Único sobrevivente de soterrados em gruta recebe apoio

O bombeiro civil Walace Ricardo da Silva, 31 anos, foi o único sobrevivente de um grave desabamento numa gruta, que matou nove pessoas. E ele ganhou apoio do Só Vaquinha Boa.
O acidente foi no final de outubro na gruta Duas Bocas, em Altinópolis (SP), durante um treinamento de resgate de pessoas em cavernas.
Pai de duas crianças de 3 e 8 anos, ele ficou 8h soterrado, teve graves lesões, quebrou os dois braços e o pé esquerdo. Por isso, Walace terá que ficar meses parado, fora o trauma de perder todos os colegas de trabalho. Para apoiá-lo nesse momento tão difícil, abrimos uma vaquinha. Só clicar aqui para contribuir.
Fisioterapia para voltar a vida normal
Walace mora em Batatais (SP) e precisará fazer fisioterapia em Ribeirão Preto (SP) para recuperar os movimentos dos braços.
Afastado do trabalho, ele passará por perícia médica apenas em janeiro. Até lá, ficará sem receber. Sua esposa é técnica de farmácia e recebe apenas um salário mínimo.
Além dos sustento e contas da casa, como aluguel e alimento dos filhos, a família terá os custos de viajar toda semana para o tratamento médico do Walace.
Mesmo tão machucado física e psicologicamente com tudo que aconteceu, saber que as coisas em casa vão apertar tem tirado a paz desse herói que precisa se recuperar.
A vaquinha é para ajudá-lo por alguns meses nos custos da casa e do tratamento, até que Walace consiga voltar ao trabalho.
Acidente matou todos os colegas de trabalho do bombeiro
O desabamento na gruta Duas Bocas, em Altinópolis (SP), matou na madrugada de domingo (31) nove instrutores e bombeiros civis que realizavam um treinamento para técnicas de busca e resgate de pessoas em cavernas.
Todas as vítimas foram veladas e enterradas nesta segunda-feira (1°), sendo seis delas em Batatais (SP) e as outras em Altinópolis, Sales Oliveira (SP) e em Monte Santo de Minas (MG).
Entre os retidos, apenas Walace Ricardo da Silva foi resgatado com vida. Ele ficou dez dias internado e se recupera ao lado da família.
“Queria desistir da profissão”
Apesar do sofrimento e de ter considerado abandonar a profissão, ele conta que o reconhecimento pela vida dos amigos que morreram o fez mudar de ideia.
“Se fosse o contrário, eu não ia querer que eles parassem. Não ia querer isso para eles. Eu sabia o tanto que eles eram esforçados em fazer o trabalho voluntário na cidade”, afirma.
Clique aqui e apoie esse herói em um momento tão difícil!

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