Adolescente de 13 anos entra em faculdade de Medicina

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Por Jéssica Souza
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Alena concluiu o ensino médio no ano passado, aos 12 anos. Fotos: Redes Sociais

Estamos impressionados com a adolescente Alena Analeigh Wicker, de apenas 13 anos, que foi aprovada em Medicina numa universidade dos Estados Unidos. Essa menina prodígio passou na faculdade um ano após se formar no ensino médio com 12 anos.

“Eu trabalhei tanto para alcançar meus objetivos e viver meus sonhos. Mamãe eu consegui”, escreveu Alena em suas redes sociais.

A jovem foi aceita no programa “Burroughs Wellcome Scholars Early Assurance” da Universidade do Alabama, na Heersink School of Medicine de Birmingham.

Disciplina

Disciplina é a palavra que define a estudante. Em entrevista ao jornal “Washington Post”, ela explicou que é muito disciplinada e tem habilidade de gerenciamento de tempo para conseguir dar conta dos estudos.

Alena concluiu o ensino médio no ano passado, aos 12 anos. Hoje, é estudante da Arizona State University e da Oakwood University, com dois cursos de graduação separados em ciências biológicas.

Agora, ela também será estudante de medicina pelo programa “Burroughs Wellcome Scholars Early Assurance” que oferece aceitação antecipada aos alunos que atendem aos requisitos de aceitação e matrícula.

Inspiração para meninas pretas

Alena também criou “The Brown STEM Girl”, para envolver, capacitar e educar meninas pretas em ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

E também criou o Brown STEM Girl Foundation, que homenageia o legado de Katherine Johnson, uma pioneira para matemáticos afro-americanos na NASA.

Menina especial

A mãe de Alena, Daphne McQuarter, contou como notou que o intelecto da filha era diferenciado e o amor dela por ciência desde muito pequena.

“Alena era talentosa. Era apenas como ela fazia as coisas e quão avançada ela era. Ela lia muitos livros ainda pequena”, disse.

Alena também criou “The Brown STEM Girl”, para envolver, capacitar e educar meninas negras em ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Foto: Redes Sociais

Alena também criou “The Brown STEM Girl”, para envolver, capacitar e educar meninas negras em ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Foto: Redes Sociais

Com informações de Jornal Nossa Gente