Brasil agora terá ministérios para indígenas, mulheres e excluídos

O Brasil terá atenção diferenciada para excluídos como indígenas (povos originários), pretos, pardos, mulheres e deficientes. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumiu neste domingo, 1º de janeiro, e já assinou as mudanças.
Depois de ser empossado, Lula anunciou e nomeou os ministros que serão responsáveis pelas áreas que vão cuidar destes grupos excluídos. Um órgão para cuidar dos povos indígenas segue o que já existe em países, como Bolívia, Equador, Chile e México, entre outros.
“Com a força do povo e as bênçãos de Deus, haveremos de reconstruir este país. Viva a democracia! Viva o povo brasileiro!”, afirmou.
Os novos Ministérios
Lula criou a pasta dos Povos Indígenas e deu autonomia para as áreas de Direitos Humanos, Mulheres e Igualdade Racial, antes vinculadas a ministérios e sem ter um titular em nível de ministro. A seguir, os escolhidos e nomeados.
- Ministério dos Direitos Humanos: Sílvio Almeida
- Ministério dos Povos Indígenas: Sonia Guajajara
- Ministério das Mulheres: Cida Gonçalves
- Ministério da Igualdade Racial: Anielle Franco
Liberdade é para todos
Ao discursar no Congresso Nacional, neste domingo (01), Lula avisou que na sua gestão não haverá nenhum tipo de preconceito, inclusive a liberdade religiosa será respeitada.
“Sob a proteção de Deus, inauguro este mandato reafirmando que no Brasil a fé pode estar presente em todas as moradas, nos diversos templos, igrejas e cultos. Neste país, todos poderão exercer livremente sua religiosidade”, disse o presidente.
A informação circulou rapidamente nas redes sociais e foi muito comemorada. “Quem estava subindo com Lula eram essas faces do povo tão oprimidas, mas que agora têm olhar de carinho, esperança e representatividade”, publicou o deputado Carlos Minc, do Rio de Janeiro, no Twitter.
Com informações da Agência Senado e do Poder 360.

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