Agência dos EUA aprova remédio para retardar avanço do Alzheimer

Que notícia boa! Um remédio que promete retardar o avanço do Alzheimer acaba de ser aprovado pela agência de saúde dos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA). E por unanimidade!
Segundo especialistas, a eficácia do Lecanemab (Leqembi™, Eisai) é maior em pacientes com Alzheimer precoce. Pelo menos 50 milhões de pessoas sofrem com a doença no mundo.
“Com esta ação, estamos um passo mais perto de mais pessoas que vivem com a doença de Alzheimer terem mais tempo com mais de suas capacidades intactas – para fazer as coisas que querem fazer e gostam de fazer melhor”, comemorou a presidente da Associação de Alzheimer norte-americana, a médica PHD Joanne Pike,
Com o uso do novo remédio, a expectativa de especialistas e pacientes é que seja possível reduzir os impactos da doença na vida do paciente.
Expectativas e prognósticos
Os resultados da medicação em exames e pesquisas foram publicados no New England Journal of Medicine, mostrando que o Leqembi atendeu aos desfechos primários e secundários principais para a população de pacientes com resultados altamente estatisticamente significativos.
Para Myra Garcia, membro do Alzheimer’s Association Early Stage Advisory Group, há uma expectativa de cura próxima da doença.
“Embora a ideia de uma cura para a doença de Alzheimer certamente faça parte do meu otimismo”, afirmou. “Essa é a promessa de tratamentos como o Lecanemab.”
No Estados Unidos, há uma campanha para oferecer a medicação em toda a rede de atendimento ao público do país. A discussão é intensa.
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Benefícios e efeitos da medicação
Com o Leqembi, um tratamento anti-amilóide, há a alteração do curso da doença de Alzheimer. Ele oferece benefícios clínicos claros para pessoas nos estágios iniciais da doença.
Os pacientes que receberam a medicação apresentaram melhoras na capacidade de realizar tarefas diárias, como vestir-se e alimentar-se, em comparação com as pessoas que receberam placebo.
Ao retardar a progressão nos estágios iniciais da doença de Alzheimer, esse tratamento dará às pessoas mais tempo para participar plenamente da vida diária, participar de decisões importantes e viver de forma independente.
Porém, o Lecanemab tem alguns efeitos colaterais, incluindo reações no local da infusão e inchaço do cérebro.
Ainda é necessária uma última etapa de análises até ser colocado à disposição do público. O prazo para a avaliação é 6 de julho.
A doença de Alzheimer não tem cura por enquanto.
Segundo estimativas da Alzheimer’s Disease International, mais de 74,7 milhões de pessoas poderão ter o diagnóstico da doença em 2030 e 131,5 milhões em 2050 em decorrência do envelhecimento da população.

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