Melhora a qualidade de vida do brasileiro nos últimos 10 anos, diz IBGE

Que notícia boa! Melhoraram a qualidade de vida e o bem-estar da população brasileira, nos últimos dez anos. É o que revela pesquisa mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Índice de desempenho socioeconômico para o Brasil cresceu 12,8% entre 2008 e 2018, passando dos 5,452 para 6,147.
Pelo estudo, foram analisados moradia, acesso a serviços públicos, saúde, alimentação e educação. A melhoria foi puxada por duas categorias em especial: educação e acesso a serviços financeiros.
Mas, infelizmente, a desigualdade social se manteve no mesmo patamar de 2008. Os índices foram calculados a partir Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF). A qualidade cai quando comparada, por exemplo, com o nível de instrução dos integrantes da família.
Melhores estados
A pesquisa mostra ainda que tanto o Distrito Federal como os estados melhoraram o desenvolvimento econômico.
Os maiores índices foram verificados em Roraima (32%), e Sergipe (25,8%) e os menores no Rio Grande do Sul (9,1%) e no Rio de Janeiro (5,6%).
Em 2017-2018, considerando as aquisições não monetárias de serviços, os maiores IDS foram registrados no Distrito Federal (6,981) e São Paulo (6,878), e os menores no Maranhão (4,909) e Pará (5,108).
Por categoria
Pesaram para melhoria da qualidade de vida dois categorias em especial: Educação e Acesso aos Serviços Financeiros, elevando em torno de 19%.
Também contribuíram Moradia (16,1%) e Acesso aos Serviços de Utilidade Pública e Saúde e Alimentação (14%).
A pesquisa revelou ainda que, nos períodos analisados, aumentou o número de famílias em que a pessoa de referência era mulher.
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Quando cai a qualidade de vida
O dado negativo é que o Índice de Perda de Qualidade de Vida (IPQV) recuou quase 30% no período de quase dez anos.
No caso desse indicador, quanto menor o índice, menor a perda de qualidade de vida do brasileiro.
A pesquisa também constatou que as perdas na qualidade de vida caem à medida que aumenta a idade da pessoa de referência – quando mais idoso o chefe da família, pior a qualidade de vida.
Fenômeno semelhante ocorre quando há criança na família.
Em ambas as edições da pesquisa, o IPQV era maior quando a família era composta por mais de um adulto com ao menos uma criança.
Nível de instrução
A pesquisa mostrou ainda que quanto maior o nível de instrução da pessoa de referência da família, menores as perdas representadas pelo indicador.
Quando a pessoa de referência tinha nível superior completo, o valor foi de 0,074, muito menor que o valor de referência nacional.
O detalhamento completo da pesquisa pode ser encontrado no site do IBGE.

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