STF muda regra e amplia direito de autônomas para licença-maternidade

O Supremo Tribunal Federal (STF) ampliou o direito de mulheres autônomas à licença-maternidade, aplicando a mesma regra para trabalhadoras formais.
Por 6 votos a 5, as autônomas que tenham contribuído ao menos uma vez para a Previdência Social, passam a ter direito ao salário-maternidade do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Os ministros, em maioria, entenderam que a exigência de 10 meses de contribuição para que as trabalhadoras tivessem o direito a receber o salário, era inconstitucional.
Como era?
Antes, existia um período de carência para obter o benefício.
Era preciso ter feito pelo menos dez contribuições para a previdência.
Só assim as produtoras rurais, mulheres e trabalhadoras autônomas teriam o direito de receber a licença-maternidade.
Questionada no Supremo há 25 anos, a regra tinha sido criada na reforma da Previdência de 1999.
Na época, a regra foi criada junto com a inclusão das trabalhadoras autônomas entre as beneficiárias do salário-maternidade.
Como ficou?
Com a derrubada da carência, as mulheres autônomas precisam apenas de uma contribuição ao INSS para que tenham direito ao salário-maternidade em caso de parto ou adoção.
Agora, elas estão seguradas na mesma regra aplicada para trabalhadoras formais, cobertas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Hoje, quem contribui apenas uma vez, o valor pago pelo INSS costuma ser o valor do último salário.
Todavia, as regras para o valor do salário ainda serão definidas pelos ministros.
Foram votos vencidos os ministros Nunes Marques, Alexandre de Moraes, André Mendonça, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes.
Leia mais notícia boa
- Vitória para povos indígenas. Marco Temporal é rejeitado pelo STF
- Confirmado: 13º de aposentados e pensionistas será pago em abril e maio; Quem tem direito?
- Restituição do Pasep: servidores admitidos antes de 1988 têm direito, decide STJ
Regras especiais
Além disso, a decisão do Supremo também abrange seguradas especiais, como trabalhadoras rurais e as contribuintes facultativas.
Segundo o ministro Edson Fachin, a exigência de cumprimento de carência apenas para algumas categorias violava o princípio da isonomia.
Fachin foi acompanhado por Luiz Fux, Cármen Lúcia, Flávio Dino, Dias Toffoli e Luís Roberto Barroso.
Com informações de Carta Capital.

Justiça proíbe que GDF venda imóveis de Brasília para socorrer BRB, delapidado no caso Master
Testes clínicos da polilaminina começam em abril, revela dra. Tatiana Sampaio
Rezador faz cavalo doente ficar de pé, voltar a comer e vídeo impressiona as redes; assista
Wagner Moura faz história para o Brasil no Oscar 2026; video
Dia da Felicidade está chegando: veja como estimular seu cérebro agora
Filho empresário faz homenagem à mãe gari e vídeo bate 1,7 milhão; assista
Cachorrinha desaparecida há 2 anos é encontrada a 2 mil Km de casa; mistério
Idoso de 82 anos campeão de maratona intriga cientistas: coração forte como jovem de 20 anos
Vídeo da esposa que mandou marmita com bilhete lindo para o marido na obra bate 9 milhões
Idoso que teve direito à polilaminina negado pela Justiça já mexe as pernas; vídeo