Novo exame de sangue ajuda a detectar Alzheimer e demência

Pesquisadores avançaram na descoberta de um diagnóstico precoce para o Alzheimer e outras formas de demência: um novo exame de sangue pode identificar as alterações cerebrais!
E o melhor, o teste faz isso antes mesmo dos sintomas de comprometimento cognitivo começarem a aparecer. A pesquisa focou em um proteína chamado fator de crescimento placentário (PIGF), que tem papel importante na formação dos vasos sanguíneos.
O biomarcador do exame usado pelos cientistas ajuda a identificar as alterações cerebrais que atualmente são detectadas apenas por ressonância magnética. Com o diagnóstico precoce, será possível realizar intervenções preventivas bem mais eficazes.
Novo biomarcador
Quando os níveis de PIGF no sangue estão elevados, a proteína contribui permitindo a entrada de moléculas inflamatórias e fluidos nos tecidos cerebrais.
Isso, por sua vez, leva a alterações na substância branca do cérebro e, consequentemente, ao declínio cognitivo.
Essas alterações são frequentemente detectadas pela ressonância magnética.
Porém, com o novo exame de sangue, será possível identificar esse risco antes mesmo que as lesões se manifestem.
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Importância da detecção
Um dos principais desafios no tratamento de doenças como o Alzheimer é que, na maioria das vezes, o diagnóstico é feito em estágios já avançados.
“Como um biomarcador para doença de pequenos vasos cerebrais e as contribuições vasculares para comprometimento cognitivo e demência (VCID), o PlGF poderia ser usado como uma ferramenta de triagem econômica para identificar pacientes em risco de lesão cerebral vascular antes do início insidioso do declínio cognitivo”, explicou Kyle Kern, neurologista vascular na Universidade da Califórnia.
Assim, o diagnóstico precoce permite intervenções mais rápidas, como mudanças no estilo de vida e tratamentos preventivos.
Próximos passos
O estudo foi conduzido com uma grande diversidade de participantes, todos com mais de 55 anos.
Apesar dos resultados promissores, os pesquisadores destacaram que novas pesquisas são necessárias.
Para isso, estão recrutando mais voluntários e querem, dessa vez, confirmar a causalidade e o tempo de desenvolvimento entre os níveis de PIGF e o comprometimento cognitivo.

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