Gengibre pode ajudar no combate ao câncer, revela estudo japonês

O gengibre, é uma raiz muito conhecida dos brasileiros, principalmente por acompanhar pratos como o sushi e dar sabor ao quentão. A novidade é que ele também pode ter um papel surpreendente na luta contra o câncer. Cientistas japoneses descobriram que uma molécula presente na planta tem o poder de deixar os tumores mais frágeis e, assim, mais fáceis de serem combatidos por medicamentos.
A descoberta foi feita por pesquisadores da Universidade Metropolitana de Osaka (OMU) e ganhou destaque na revista científica Nature Scientific Reports.
De acordo com o estudo, a molécula EMC — derivada do gengibre — consegue desativar a produção de gordura das células cancerígenas. Isso faz com que elas entrem em modo de alerta e fiquem mais expostas, aumentando a eficácia dos tratamentos contra o câncer.
Muitos exames, vários testes
A principal característica do câncer é sua capacidade de reprogramar o metabolismo energético normal para sustentar a proliferação descontrolada das células doentes que se espalham pelo organismo.
A ciência já descobriu que tumores cancerígenos dependem da glicólise para a produção primária de energia — uma observação conhecida como efeito Warburg.
É o processo de transformar energia armazenada (glicogênio) em energia disponível (glicose).
Leia mais notícia boa
- Sai ranking das 100 melhores frutas do mundo; tem brasileira no cardápio
- Pesquisa mostra cascas de frutas com maior valor nutricional; todas nas ruas de Brasília
- Idosa de 95 anos faz aulas de zumba 3 vezes por semana; saúde impressionante
Mais pesquisas, mais estudos
A professora associada Akiko Kojima-Yuasa da OMU analisou o p-metoxicinamato de etila ou EMC, um componente principal do gengibre kencur, comumente encontrado na culinária indonésia, chinesa e tailandesa, para verificar seu efeito inibitório sobre células cancerígenas, algo que sua equipe já havia descoberto.
Os resultados revelaram que o éster ácido inibe a produção de energia interrompendo a síntese de ácidos graxos de novo e o metabolismo da gordura, em vez de por meio da glicólise, como comumente teorizado.
Revelação importante
Os pesquisadores descobriram que a aplicação da EMC desencadeou aumento da glicólise, o que eles supuseram ser um mecanismo de sobrevivência nas células.
Eliminar o método primário de geração de energia pode ajudar a destacar um déficit de energia em um ponto de verificação do ciclo celular durante os estágios iniciais da malignidade, embora isso não tenha sido investigado no estudo, segundo GNN.
Por isso, os autores do estudo querem ampliar mais a pesquisa.

Cientista mostra que rejuvenesceu 15 anos após tirar 3 alimentos do cardápio: veja quais
Bilionário brasileiro doa 60% da fortuna: “dá sentido à vida”
Idoso escreve carta pedindo para passear com cão de vizinhos e tem a melhor resposta
Vírus desvia PIX e limpa a conta pelo celular. Veja como se proteger
Avô viaja 600km de fusca para levar presente ao netinho e tem a melhor recepção; vídeo
Jabuticabeira rara, única no mundo, é encontrada no Rio de Janeiro
Enfermeiro corta cabelo de pacientes de graça e ajuda a recuperar autoestima em hospital do SUS
Mosaico gigante de artista de Brasília fica pronto em igreja de MG e surpreende a cidade; vídeo
Araras selvagens visitam janela de mulher todos os dias após criarem laço de confiança; vídeo
Rock in Rio 2026 começou com Foo Fighters: veja o line-up do fim de semana
Sai ranking dos 10 destinos mais procurados para o feriado prolongado de 7 de Setembro
Polícia liberta mãe que pediu socorro em bilhete escrito no caderno do filho: cárcere privado