Brasil sai do Mapa da Fome, diz relatório da ONU; entenda a conquista histórica

Notícia boa e histórica! Após três anos, a Organização das Nações Unidas (ONU), anunciou que o Brasil está fora do mapa da fome novamente. Não significa que a miséria acabou, mas que diminuiu. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (28), durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU, na Etiópia.
O Brasil já havia conquistado essa marca em 2014, também durante o governo Lula. Porém, com o desmonte de políticas sociais a partir de 2016, o país voltou a registrar aumento da fome e retornou à lista dos miseráveis no triênio 2018-2020.
De acordo com dados do relatório SOFI 2025, que analisou a média trienal entre 2022 e 2024, o país ficou abaixo do patamar de 2,5% da população em situação de subnutrição, critério da ONU para retirar uma nação da lista da fome. “Essa é uma vitória do povo brasileiro. Mostramos que, com planejamento, união e políticas sociais sérias, é possível transformar realidades. Não há justiça social sem comida no prato”, declarou emocionado o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias.
Brasil Sem fome
A saída do Mapa da Fome foi impulsionada por uma série de ações articuladas pelo Plano Brasil Sem Fome. O programa promoveu a geração de empregos, o fortalecimento da agricultura familiar, a ampliação da merenda escolar e o combate direto à insegurança alimentar nas comunidades mais vulneráveis.
Entre os destaques estão a retomada do Bolsa Família, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o Cozinha Solidária, o crédito ampliado para pequenos produtores (Pronaf), além da valorização do salário mínimo e da renda dos mais pobres. Essas ações, juntas, criaram uma rede de proteção e inclusão social.
O feito é ainda mais impressionante por ter sido alcançado em apenas dois anos, algo que o próprio governo previa apenas para o final de 2026.
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Queda na pobreza e desemprego
Os efeitos das políticas públicas foram além da segurança alimentar. A taxa de pobreza extrema caiu para 4,4% em 2023, a menor da história, com quase 10 milhões de brasileiros saindo dessa condição em apenas dois anos.
A taxa de desemprego, por sua vez, atingiu 6,6% em 2024, o menor nível desde 2012. A renda média per capita chegou a R$ 2.020, e o índice de Gini, que mede a desigualdade, teve a menor marca já registrada no país: 0,506. A renda dos 10% mais pobres cresceu mais que o dobro da dos mais ricos, demonstrando uma melhora real na qualidade de vida de milhões de famílias.
Do total de 1,7 milhão de empregos com carteira assinada criados em 2024, a maioria foi ocupada por pessoas que estavam no Cadastro Único e eram beneficiárias do Bolsa Família. Com o novo cenário econômico, cerca de um milhão de famílias superaram a pobreza e deixaram de depender do benefício em julho de 2025.
Modelo brasileiro inspira o mundo
A conquista do Brasil ganhou ainda mais relevância no cenário global com o lançamento da Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza, proposta pelo governo brasileiro durante a presidência do G20.
A iniciativa já conta com mais de 100 países e busca unir esforços internacionais para erradicar a fome até 2030, conforme os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.
“O mundo pode aprender com o exemplo do Brasil. Adaptar essas políticas em outros países pode ser o caminho para tirar milhões da fome. Sair do Mapa da Fome é apenas o começo. Queremos justiça alimentar, soberania e dignidade para todos”, afirmou Wellington Dias durante a Cúpula da ONU.

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