Brasileira de escola pública conquista o 1º lugar no campeonato mundial de robótica na Coreia do Sul

Uma jovem brasileira brilhou no maior palco da robótica mundial. Maria Clara, aluna do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA), de Pindaré-Mirim, conquistou o 1º lugar no campeonato de robótica, Roboworld Cup FIRA 2025, realizado em Daegu, na Coreia do Sul e também faturou o segundo lugar!
A competição reuniu aproximadamente 900 participantes de 17 países, as maiores promessas da ciência e tecnologia do planeta. A vitória de Maria Clara é fruto de meses de preparação, dedicação e talento.A jovem destacou a educação pública do Maranhão no cenário internacional.
Com a conquista, Maria Clara se torna inspiração para milhares de estudantes que sonham em transformar conhecimento em oportunidades de um futuro melhor. O resultado foi comemorado por colegas, professores e pela comunidade escolar, que viram nela um exemplo vivo de que, com apoio e incentivo, alunos da rede pública podem competir de igual para igual com os melhores do mundo e vencer.
Pódio Mundial
A história de Maria Clara até o pódio começou muito antes do embarque para a Coreia. Durante meses, ela e outros alunos do IEMA participaram de treinamentos intensivos, simulações e testes com os robôs que levariam para a competição.
A preparação aconteceu principalmente no IEMA Rio Anil, em São Luís, sob orientação de professores e técnicos especializados.
A Roboworld Cup FIRA é considerada a maior competição de robótica do mundo, reunindo projetos que envolvem inovação, engenharia e programação. O nível técnico é altíssimo, mas Maria Clara mostrou que estava pronta para o desafio — e saiu de Daegu com duas medalhas para o Brasil: ouro e prata.
Leia mais notícia boa:
- Estudantes brasileiros faturam prata e bronze na Olimpíada Internacional de Biologia
- Brasileira de 12 anos é selecionada para Olimpíada Internacional de Matemática, na Tailândia
- Quem é o estudante que acertou tudo na Olimpíada Brasileira de Matemática
Um time que atravessa fronteiras
A brasileira fez parte de uma delegação com outros sete estudantes de diferentes unidades do IEMA.
Eles representaram o Brasil com apoio da Direção Geral do instituto e do Governo do Maranhão, que vem priorizando investimentos em ciência e tecnologia na rede pública.
“Estamos enviando não apenas estudantes, mas verdadeiros embaixadores da juventude maranhense. A presença deles na Coreia mostra que a educação pública pode – e deve – ocupar os grandes palcos mundiais da inovação”, disse Cricielle Muniz, diretora-geral do IEMA.
Educação pública como potência
O desempenho de Maria Clara e de toda a equipe é mais um capítulo da série de conquistas recentes do IEMA. Em 2024, o instituto sediou a edição brasileira da Roboworld Cup FIRA, em São Luís, onde somou 15 títulos. Já em 2023, foi vice-campeão mundial na Alemanha.
O coordenador estadual de Robótica, Fábio Henrique, ressaltou que o feito é um marco para o Maranhão.
“São jovens que acreditaram no potencial da educação técnica e hoje representam o futuro da ciência no Brasil. Essa conquista mostra que talento, aliado a oportunidades, transforma vidas.”
Que orgulho!
View this post on Instagram
Ver essa foto no Instagram

Butantan amplia para 10 cidades a aplicação da vacina contra chikungunya
Cinemark libera ingressos a R$ 11 em sessões até março; veja os cinemas participantes
Corrente humana salva motociclista que caiu da ponte durante temporal
Filho de mototaxista é aprovado em 1º lugar ITA e IME, os mais difíceis do Brasil; vídeo
Polilaminina será distribuída pelo SUS, após aprovação da Anvisa, diz dra. Tatiana Sampaio
Brasileira de 4 anos ganha medalha em competição internacional de matemática
Bombeira se aposenta, ganha homenagem e se emociona: “hora de cuidar de mim”; vídeo
Começa Feirão Limpa Nome; veja onde negociar dívidas com 99% de desconto
20 anos sem Gisberta, a brasileira que virou música e obrigou Portugal a combater a transfobia
Criança interrompe missa com gatinho e pede para o padre abençoar o felino; vídeo
Autista, filha de doméstica e pai analfabeto, é aprovada em Medicina: “quebra de ciclo histórico”
Desconhecidos recolhem refrigerantes derramados na pista, devolvem ao motorista e vídeo bate 7 milhões