Combate ao Câncer: nova terapia sufoca o tumor e impede a evolução da doença

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Uma esperança de cura. Uma nova droga, em vez de atacar o câncer diretamente, como faz a quimioterapia, vai à raiz do problema: ela tira o oxigênio e os nutrientes que alimentam o câncer e previne o crescimento de novos vasos sanguíneos no tumor.
“Nossa droga utiliza um receptor chamado CD44, presente na superfície celular, para invadir aquelas células necessárias para o crescimento do vaso sanguíneo do tumor”, afirma a cientista norte-irlandesa, Tracy Robson. “Uma vez lá dentro, o medicamento interfere em uma proteína envolvida na migração das células, prevenindo a angiogênese.”
A terapia, que já é considerada uma revolução, vem da Faculdade de Farmácia da Queen’s University Belfast, na Irlanda do Norte e do instituto Almac Discovery.
Como a nova droga funciona alvejando os vasos sanguíneos ainda em formação do tumor, Tracy Robson aposta que ela seja apropriada a uma vasta gama de tumores, inclusive sólidos. Até agora, ela e sua equipe comprovaram boas respostas para os cânceres de mama e de próstata. “O projeto está em desenvolvimento pré-clínico e a primeira fase dos testes clínicos deve começar em 12 meses. Se eles forem bem-sucedidos, o tratamento deverá estar disponível em todo o mundo nos próximos cinco ou 10 anos”, estima a cientista.
Detalhes no Correio Braziliense.
“Nossa droga utiliza um receptor chamado CD44, presente na superfície celular, para invadir aquelas células necessárias para o crescimento do vaso sanguíneo do tumor”, afirma a cientista norte-irlandesa, Tracy Robson. “Uma vez lá dentro, o medicamento interfere em uma proteína envolvida na migração das células, prevenindo a angiogênese.”
A terapia, que já é considerada uma revolução, vem da Faculdade de Farmácia da Queen’s University Belfast, na Irlanda do Norte e do instituto Almac Discovery.
Como a nova droga funciona alvejando os vasos sanguíneos ainda em formação do tumor, Tracy Robson aposta que ela seja apropriada a uma vasta gama de tumores, inclusive sólidos. Até agora, ela e sua equipe comprovaram boas respostas para os cânceres de mama e de próstata. “O projeto está em desenvolvimento pré-clínico e a primeira fase dos testes clínicos deve começar em 12 meses. Se eles forem bem-sucedidos, o tratamento deverá estar disponível em todo o mundo nos próximos cinco ou 10 anos”, estima a cientista.
Detalhes no Correio Braziliense.

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