MInha Casa Minha Vida 2 é ampliado para chegar à classe média

O governo ampliou o teto da renda para o trabalhador pedir financiamentos do Minha Casa Minha Vida.
Aumentou de R$ 4,9 mil para R$ 5,4 mil a renda familiar máxima para o financiamento da casa própria com recursos FGTS.
A operação, que ainda precisa de uma instrução normativa do Ministério das Cidades para entrar em vigor, está casada com o programa Minha Casa, Minha Vida 2, lançado ontem pelo governo.
O aumento do teto da renda fará com que mais pessoas, sobretudo da nova classe média, possam tomar empréstimos nessa modalidade, mais barata do que o crédito concedido com recursos da caderneta de poupança.
Nas linhas do FGTS, as taxas de juros são de, no máximo, 6% ao ano acima da Taxa Referencial. Nos financiamentos vinculados à poupança, o custo anual gira em torno de 10% mais a TR. Detalhes aqui.

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