Dieta barata protege o coração com alimentos típicos brasileiros

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Comercial
Por Andréa Fassina
Uma dieta desenvolvida pelo HCor, Hospital do Coração, em parceria com o Ministério da Saúde, promete abrasileirar a já conhecida dieta mediterrânea e ainda inserir alimentos de baixo custo.
O novo plano substitui alimentos caros como atum, castanhas e azeite extravirgem do cardápio original, por alimentos mais baratos e acessíveis no país, como sardinha, milho, sopa de feijão e tapioca.
Ao diminuir os níveis de gordura, a dieta protege o coração e emagrece
O cardápio de baixo custo, com alimentos presentes na rotina dos brasileiros, vai ajudar na prevenção de doenças cardiovasculares em pessoas que já tiveram infarto, derrame, ou que correm maior risco de sofrê-los por hipertensão, ou colesterol alto.
Para comprovar a eficácia, 120 pessoas cardíacas participaram da primeira fase do projeto no Rio de Janeiro e em seis cidades de São Paulo, incluindo a capital, durante oito semanas.
Metade recebeu orientações para diminuir a quantidade de gorduras saturadas e a outra metade seguiu o material educativo e o cardápio do projeto.
A dieta recomenda ter maior quantidade de alimentos verdes (ricos em vitaminas, minerais e fibras), menor proporção de alimentos amarelos (com quantidade considerável de gordura saturada) e uma quantidade menor ainda de alimentos azuis, que contêm mais gordura, sal e açúcar.
O resultado da pesquisa acabou dando certo.
Os níveis de colesterol dos participantes que seguiram a dieta cardioprotetora diminuíram.
Os pacientes também perderam peso, já que as quantidades das calorias diárias foram adequadas para pacientes com sobrepeso ou obesidade.
Em estudo publicado no “Journal of the American Medical Association”, ações que reduzem colesterol e pressão arterial já são suficientes para reduzir índices de mortalidade por doenças cardiovasculares.
A segunda fase do estudo é mais ambiciosa: vai envolver cerca de 2.000 pessoas em todo o país, e, mais importante, vai criar diferentes dietas respeitando as variações regionais de cada Estado.
Segundo Bernardete Weber, coordenadora da pesquisa do HCor, isso pode incluir castanhas no Norte, suco de uva no Sul e feijão-verde na região Nordeste.
Os participantes não serão apenas cardiopatas, mas também pessoas com risco maior de ter um problema cardíaco.
Informações da Folha de SP.

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