Esperança contra a Esclerose Múltipla: planta do nordeste impede evolução da doença

aveloz
Comercial
Uma planta típica do nordeste pode mudar os rumos do tratamento da Esclerose Múltipla no mundo, uma doença cruel e degenerativa.
É a avelóz, uma plantinha conhecida tradicionalmente no Norte e Nordeste por seus poderes milagreiros e que de uns tempos pra cá começou a ganhar a atenção formal de cientistas brasileiros e estrangeiros.
A pesquisa começou há 2 anos e seus resultados são bem promissores.
O estudo saiu na renomada publicação Biochemical Pharmacology e está sendo capitaneado pelos pesquisadores Prof. Dr. Rafael Cypriano Dutra e Prof. Dr. João Batista Calixto, ambos da Universidade Federal de Santa Catarina, além do Dr. Luiz Francisco Pianowski, do laboratório Kyolab.
“Nós demonstramos que o euphol inibe significativamente o desenvolvimento da Esclerose Múltipla em camundongos, quando administrado por via oral. Além disso, nós descobrimos que ele (o euphol) bloqueia seletivamente as células que induzem a doença. Conseqüentemente, os animais tratados com o euphol não apresentam os sinais clínicos da doença”, afirma o Dr. Rafael Cypriano.
O tal do euphol vem de Euphorbia tirucalli nome científico da avelóz.
Ele é o componente que, quando isolado, combate a doença.A esclerose múltipla não tem cura e ninguém sabe ao certo o que causa o problema.
Os sintomas vão desde dificuldade de locomoção, perda de coordenação motora, disfunções sexuais, fadiga a perda da memória.
A Esclerose Múltipla atinge 2,5 milhões de pessoas em todo o mundo.No Brasil, há 15 casos para cada 100 mil habitantes.
Em alguns países do Hemisfério Norte esse número sobe para 100 ocorrências a cada 100 mil pessoas.
Hoje em dia, uma pessoa com Esclerose Múltipla não gasta menos de 5 mil reais por mês para se tratar, o que “dificulta a adesão dos pacientes”, nas palavras do Dr. Rafael.
Mas por enquanto resta aos cientistas esperança e muito trabalho.
Se tudo der certo e as experiências se confirmarem um remédio para combate a esclerose múltipla ainda pode demorar cerca de 10 anos.
Com informações da revista Galileu.

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