Número de negros e pardos cresce 5 vezes em 4 anos nas universidades: 535 mil

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A lei das cotas, criticada e controversa, mostra um dado incontestável: aumentou a população de negros e pardos nas universidades de 4%, em 1997, para 10,6% em 2004 e para 19,8% em 2011.
Fazendo o cálculo, o número de universitários negros e pardos universitarios cresceu praticamente 5 vezes em 4 anos.
A presidente Dilma Rousseff disse hoje no programa semanal Conversa com a Presidenta, que a Lei de Cotas vai ampliar o acesso dos negros ao ensino superior e que o ProUni, Programa Universidade para Todos foi decisivo neste aumento.
“Contribuíram para isso o aumento de vagas em instituições federais de ensino superior e a política de cotas implantada por muitas delas. Também foi decisivo o Programa Universidade para Todos (Prouni), que permitiu o ingresso de 535.804 pardos e negros em escolas particulares, 48,9% do total de bolsistas do programa. Agora, com a Lei das Cotas, que sancionei no dia 29 de agosto deste ano, aprofundaremos esse processo nas escolas federais”, disse.
Na coluna, a presidenta explicou que a Lei de Cotas assegura, inicialmente por dez anos, que metade das vagas em universidades federais seja ocupada por quem estudou todo o ensino médio em escola pública.
Essa cota respeitará a proporção de negros, pardos e indígenas identificada no Estado pelo último censo demográfico do IBGE.
Metade desta cota será para estudantes com renda familiar de até 1,5 salário mínimo por pessoa.
A lei será implementada ao longo dos próximos quatro anos e valerá para as 59 universidades federais e 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia.
Com informações do Blog do Planalto.

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