O Brasil acordou! Povo sai às ruas por um país melhor

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Valeu estudantes!
Até o governo federal se rendeu hoje a força das manifestações populares dos últimos dias, que tomaram as principais ruas e avenidas do país.
A presidente Dilma elogiou a iniciativa democrática: “O Brasil acordou mais forte. A grandeza das manifestações de ontem comprova a energia da nossa democracia, a força da voz da rua e o civismo da nossa população”, afirmou.
“É bom ver tantos jovens e adultos, o neto, o pai, o avô juntos com a bandeira do Brasil cantando o hino nacional, dizendo com orgulho “eu sou brasileiro” e defendendo um país melhor. O Brasil tem orgulho deles.”
24 horas depois das manifestações nas principais capitais brasileiras e no Congresso Nacional, Dilma defendeu os protestos.
Ela reconheceu que os governantes têm que ouvir as vozes que pedem mudanças.
“Os que foram ontem às ruas deram uma mensagem direta ao conjunto da sociedade, sobretudo aos governantes de todas as instâncias. Essa mensagem direta das ruas é por mais cidadania, por melhores escolas, melhores hospitais, postos de saúde, pelo direito à participação. Essa mensagem direta das ruas mostra a exigência de transporte público de qualidade e a preço justo. Essa mensagem direta das ruas é pelo direito de influir nas decisões de todos os governos, do Legislativo e do Judiciário. Essa mensagem direta das ruas é de repúdio à corrupção e ao uso indevido do dinheiro público”, afirmou a presidente.
Mesmo assim, o que se vê nas ruas passa longe de partidos, de chancela da presidente da repúplica, ou de qualquer autoridade.
O que se vê é uma insatisfação coletiva com a falta de direitos fundamentais e ainda distantes do povo brasileiro.
O movimento é espontâneo pautado pelas redes sociais, organizado e disseminado em massa pela internet, fora do controle de qualquer censura.
E que muitas vezes foge ao controle com alguns focos de violência.
Sobre as manifestações em várias capitais, na maioria pacíficas, Dilma elogiou: “Sabemos, governo e sociedade, que toda violência é destrutiva, lamentável e só gera mais violência. Não podemos aceitar, jamais, conviver com ela.”
Com informações da Agência Brasil e da Band.

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