Sol de manhã emagrece: muda metabolismo

Foto: reprodução/Ultrad
Tomar sol pela manhã pode ajudar a emagrecer e a controlar o peso.
Um novo estudo da Universidade de Northwestern, nos EUA – publicado na revista científica PLOS ONE – descobriu uma associação entre a exposição solar e o Índice de Massa Corporal (IMC).
Segundo os cientistas 20 a 30 minutos de sol matinal por dia são suficientes para modificar o metabolismo do ser humano.
A influência da luz solar matinal no peso corporal não depende dos níveis de atividade física dos indivíduos, das calorias ingeridas, do número de horas de sono, da idade nem da estação do ano.
E ela é responsável por cerca de 20% do IMC, porque regula o relógio biológico humano.
“Se uma pessoa não apanhar sol suficiente no momento certo do dia, esse fato pode desregular o relógio biológico, o que altera o metabolismo e pode conduzir ao aumento de peso”, justifica Phyllis Zee, coautora do estudo.
“A mensagem [que fica] é que devemos apanhar mais sol entre as 8:00 da manhã e o meio-dia”, aconselha.
O estudo
O responsável pelo estudo, que envolveu 54 participantes (26 homens e 28 mulheres) com média de idade de 30 anos, provou que aqueles que tomam sol moderado pela manhã – entre as 8 horas e o meio-dia – têm IMC menor.
“Quanto mais cedo acontece a exposição ao sol, menor é o Índice de Massa Corporal dos indivíduos”, explica Kathryn Reid, professora de neurologia e uma das autoras do estudo.
“Costumamos focar no fato de que é prejudicial ficar exposto à luz durante a tarde, mas é igualmente prejudicial não apanhar luz suficiente durante a parte do dia em que o nosso corpo espera que o façamos”, esclarece Zee.
Combate à obesidade
Os cientistas defendem ainda que as pessoas sejam mais encorajados a apanhar sol.
Que os locais de trabalho e escolas devem ter mais janelas e que os trabalhadores tenham direito a sair para almoçar fora ou tenham intervalos para tomar sol.
“Estas são medidas que deveríamos começar a instituir desde cedo nas nossas escolas para prevenir a obesidade em larga escala”, sugere a pesquisadora.
Com informações do Boas Notícias

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