Brasil busca China e EUA para sair da crise

Foto: EBC
O governo tenta impulsionar a economia e para isso busca dólares com seus 2 maiores parceiros comerciais: China e EUA, respectivamente.
Dois anos depois da espionagem americana à presidente brasileira, Dilma Rousseff engoliu as mágoas e aceitou convite do presidente Barack Obama para um encontro na Casa Branca, em Washigton, na próxima terça-feira, para estreitar as relações.
Dilma desembarcou neste sábado em Nova York e o ministro Joaquim Levy, da Fazenda, neste domingo a tempo de participar do encontro da presidente com investidores estrangeiros.
Levy viajou mesmo doente. Ele foi internado com embolia pulmonar, em um hospital de Brasília, na última sexta-feira, e teve alta no sábado.
Além atrair investidores de Wall Street e do governo americano, esperam-se alguns anúncios pontuais, como a abertura do mercado americano para a carne brasileira in natura, medidas para facilitar o comércio nos setores de cerâmica, máquinas e materiais de construção e ações para reduzir os custos e a burocracia nas transações bilaterais.
Também na rota dos investimentos brasileiros está o Vale do Silício, na Califórnia, onde é produzido
China
Na semana passada o encontro foi com maior parceiro comercial atualmente: a China
Os dois países decidiram criar um fundo de US$ 20 bilhões.
A China vai entrar com US$ 15 bilhões e o Brasil, com US$ 5 bilhões.
É Fundo Brasil-China de Cooperação para a Expansão da Capacidade Produtiva.
O vice-presidente Michel Temer se encontrou com o vice-primeiro ministro da China, Wang Yang, que esteve no Brasil na semana passada.
“Reiteramos a expectativa em relação ao aumento do número de frigoríficos brasileiros autorizados a exportar para a China e obtivemos do vice-primeiro-ministro o compromisso de agilizar o processo de habilitação de novos frigoríficos”, disse Temer.
Em julho do ano passado, o governo chinês concordou em retirar o embargo à carne bovina brasileira, vigente desde 2012.
As vendas foram suspensas em função da suspeita de um caso da doença da vaca louca, em um animal morto em 2010, em Sertanópolis, No Paraná.
Ferrovia Transoceânica
A China tem interesse na construção de uma ferrovia ligando o Brasil ao Oceano Pacífico, passando pelo Peru, para escoar a produção nacional.
Um grupo de especialistas brasileiros, chineses e peruanos vai estudar a viabilidade para construção da chamada Ferrovia Transoceânica, um dos 35 acordos firmados entre a presidenta Dilma Rousseff e o primeiro-ministro da China, Li Keqiang, em maio, quando ele esteve no Brasil.
Com informações da Agência Brasil e Estadão

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