USP cria tratamento para diabetes sem remédio: busca voluntários

Uma professora brasileira criou um novo tratamento contra diabetes tipo 2 que dispensa o uso de remédios.
Maria Cristina Foss-Freitas é da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP/USP).
Ela criou uma dieta personalizada e rígida que reduz a ingestão de calorias a um patamar que ativa o metabolismo energético, sem causar desnutrição.
A dieta é baseada em uma fórmula matemática transformada em alimentos, com macronutrientes ideais para cada paciente e reverter a doença.
Os dados preliminares do estudo mostraram que o método conseguiu controlar a diabetes e a dislipidemia, além de reduzir os níveis de pressão a índices saudáveis.
O tratamento dura 27 dias e é realizado no Hospital das Clínicas da FMRP/USP, em Ribeirão.
“Nós vamos de encontro à indústria farmacêutica, que sempre entra com remédio. Nós não entramos com remédio”, afirmou o pesquisador Rafael Ferraz, do Departamento de Endocrinologia da FMRP/USP, que coordena a pesquisa da Maria Cristina.
Voluntários
A faculdade está procurando voluntários para participar do estudo do novo tratamento, que pretende controlar a glicose no sangue do paciente e evitar que apresente picos ou quedas ao longo do dia.
Os pesquisadores buscam homens e mulheres entre 30 e 60 anos, que possuam diabetes tipo 2, não utilizem insulina e apresentam descontrole metabólico (colesterol e triglicérides acima de 200 mg/dL).
Há 33 vagas disponíveis para voluntários.
Os interessados devem entrar em contato com a Faculdade de Medicina pelo e-mail [email protected].
Os participantes devem enviar os resultados de glicose, colesterol e triglicérides atualizados para confirmar se os pacientes se enquadram nos critérios de inclusão do protocolo de pesquisa.
Durante a pesquisa, os médicos realizaram diversos exames bioquímicos, clínicos e moleculares e observaram em tempo real a melhora do organismo do voluntários.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 16 milhões de brasileiros adultos (8,1%) sofrem de diabetes e a doença mata 72 mil pessoas por ano no Brasil.

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