É hoje! Dia Livre de Impostos dá descontos online de até 70%

Foto: Pixabay / Rupixen
Foto: Pixabay / Rupixen

Nesta quinta-feira, 4 de junho, o comércio faz mais uma edição do DLI, Dia Livre de Impostos, para mostrar ao brasileiro o tamanho da carga tributária que ele paga cada vez que faz uma compra. E também para pressionar autoridades a mudarem o sistema tributário brasileiro.

Durante o dia de protesto, os lojistas prometem cortar os impostos e vender os produtos com preços bem menores. Os descontos podem chegar a até 70%.

Esta é a 14ª edição do DLI, que começou em 2006. Mais de 800 lojas vão participar, em 141 cidades brasileiras e no Distrito Federal. Como várias estão com portas fechadas por causa do isolamento social da covid-19, as vendas este ano serão online.

Clique aqui para ver as lojas que participam do DLI na sua região.

Preços e produtos

No site dialivredeimpostos.com.br o consumidor consegue comparar o custo de um produto com e sem imposto.

Os produtos são divididos por categoria.

Os descontos variam de acordo com o estado devido à tributação.

Os descontos maiores estão nos produtos das categorias eletrodomésticos, eletrônicos, telefonia e serviços.

Para comprar algo sem imposto, o consumidor deve entrar no e-commerce da loja participante, escolher o produto e realizar o pagamento.

“A pessoa compra o produto sem imposto e geralmente leva outro. É uma oportunidade para as empresas venderem nesse momento tão difícil e ainda protestarem contra a alta carga tributária e as dezenas de obrigações acessórias no nosso país”, disse Maurício Stainoff, presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo.

Motivo

A ação é para conscientizar a população sobre a alta taxa da carga tributária do segmento varejista no país e também para sensibilizar as autoridades sobre a necessidade de reformas estruturais no modelo fiscal brasileiro.

“O brasileiro trabalha cinco meses do ano só para pagar imposto. A carga tributária representa 35% do nosso PIB. É caro para o consumidor e caro para o lojista”, lembrou Maurício Stainoff.

Com informações da Exame