Mulher que morava em brejo se forma confeiteira e vai ensinar a comunidade

Sobre a oportunidade de aprender e a grandeza de ensinar. Durante vários sábados, Keise, que morava num brejo, saía da casa dela e levava café e o famoso bolo de fubá que ela faz para atividades da ONG Nóiz, na comunidade Cidade de Deus, no Rio de Janeiro
Keise Simara Roberta da Silva, de 33 anos, vivia de faxinas e desses bolos e doces, mas ela tinha um sonho: se especializar num curso de confeiteiro para melhorar o que já sabia fazer e aprender novas técnicas.
Quando o pessoal da ONG Nóiz descobriu o sonho, a garra e força de vontade dela, saiu correndo atrás de patrocinadores.
Eles contaram a história para um empresário que se encantou e ajudou a dividir os custos.
Formada
O curso de 5 meses demorou 1 ano por conta da pandemia, mas nem por isso Keise desistiu.
Hoje ela está formada, mora em melhores condições, abriu a conta da Love Cakes nas redes sociais conta e ajuda de amigos para divulgar as delícias que faz como confeiteira.
Ajuda ao próximo
Grata pelo que recebeu e pelas mudanças na vida dela, Keise teve uma atitude louvável.
Ela vai ensinar o que aprendeu para que outras pessoas da comunidade também possam trabalhar em casa e ganhar seu próprio dinheiro.
A Nóiz vai levar a confeiteira para dar um curso na ONG.
“Keise é o exemplo de tudo que a gente pensa como nosso papel de ONG. As pessoas precisam acreditar mais no potencial das outras. E isso vai muito além de condição social”, explica André Melo, presidente da ONG Nóiz.
Por Rinaldo de Oliveira, da redação do Só Notícia Boa

Jovem com paralisia cerebral termina faculdade de Desenvolvimento de Sistemas e comemora
Felca pede disque-denúcia para maus-tratos de animais após caso do cão Orelha
Desligue o wi-fi do celular antes de ir para o Carnaval; veja dicas de segurança
Shakira grava vídeo sobre show em Copacabana, no Rio, assista
Brasileiro de 8 anos é convocado para representar o país no Mundial de Karatê na Itália
Lais Souza conhece a dra. Tatiana Sampaio, da polilaminina, após 12 anos tetraplégica
Ilia Malinin, o “Deus dos saltos quádruplos” se levanta após queda e leva ouro na Olimpíada de Inverno
Irmãos gêmeos do Sul são aprovados juntos em Medicina
Carnaval do bem: bloCão transforma fantasia em ajuda para cães resgatados
Brasileira é a primeira mulher a assumir orquestra na Alemanha em 130 anos de história
Cachorrinho aparece do nada e leva polícia até menino desaparecido