Mortes de crianças no mundo caem e atingem mínimo histórico, diz ONU

Notícia boa para o planeta! As mortes de crianças diminuiu no mundo e atingiu o mínimo histórico em 2022. Os dados foram divulgados em um relatório da Organização das Nações Unidas.
Com a queda da mortalidade de crianças antes de completar 5 anos, o mundo reduziu em 51% as mortes nessa faixa, desde 2000. Foi a primeira vez que a mortalidade ficou menor do que 5 milhões.
No Brasil, a queda foi de 60% no mesmo período. Para a Diretora Executiva do Unicef, Catherine Russell, os dados revelam um esforço global que envolve parteiras, trabalhadores de saúde, agentes comunitários, vacinação e mais.
Queda global
O relatório revelou também que as crianças estão sobrevivendo mais hoje no mundo.
Vários países de baixa renda e de renda média baixa superaram a mortalidade.
Segundo os especialistas, com recursos alocados para a atenção primária à saúde, incluindo a saúde e o bem-estar infantil é possível diminuir ainda mais os números
“O relatório deste ano é um marco importante mostrando que menos crianças morrem antes de completar cinco anos”, disse Juan Pablo Uribe, Diretor Global de Saúde, Nutrição e População do Banco Mundial e Diretor da Facilidade Global de Financiamento para Mulheres, Crianças e Adolescentes.
Camboja, Malawi, Mongólia e Ruanda foram os países que apresentaram a maior redução: mais de 75% no período.
Bom, mas ainda pode melhorar
Apesar dos ótimos números, o relatório revelou que ainda há muito o que ser feito.
A busca deve ser para acabar com todas as mortes de crianças e adolescentes evitáveis.
Em 2022, foram 4,9 milhões de vidas perdidas antes dos 5 anos.
A maioria das mortes estava concentrada na África Subsaariana e no Sul da Ásia.
As perdas estão ligadas diretamente a complicações do nascimento, pneumonia, malária, diarreia e parto prematuro.
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Como melhorar?
Segundo o próprio relatório, a maneira de evitar as mortes é investir em atenção primária à saúde de alta qualidade.
“O local de nascimento de uma criança não deve ditar se ela vive ou morre. É crucial melhorar o acesso a serviços de saúde de qualidade para todas as mulheres e crianças, inclusive durante emergência e em áreas remotas”, disse o Diretor-Geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.
Além disso, o relatório afirma que o combate à mortalidade infantil perpassa por mais investimentos em educação, empregos e condições de trabalho decentes para os trabalhadores de saúde prestarem atenção primária à saúde.
“Mas isso simplesmente não é suficiente. Precisamos acelerar o progresso com mais investimentos, colaboração e foco para acabar com mortes infantis evitáveis e honrar nosso compromisso global”, explicou Juan.
Para o médico, democratizar os cuidados de saúde é urgente.
Devemos isso a todas as crianças para garantir que tenham acesso aos mesmos cuidados de saúde e oportunidades, independentemente de onde nasçam”, finalizou.
Com informações de Unicef Brasil.

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