Conheça o idoso de 102 anos que nada, dirige e administra duas fazendas sozinho

O INSS que lute porque o seu Ranulfo Custódio Alves, de 102 anos, está firme e forte. O idoso dirige e trabalha melhor que muito adulto na casa dos 40 anos.
Mesmo sendo centenário, anda a cavalo, nada, dirige o carro dele, administra duas fazendas e ainda cuida das finanças sozinho, com essa idade.
Ele mora em Camapuã (MS) e conta que a rotina de trabalho começa de madrugada, às 4:30h, quando acorda. Seu Ranulfo também revelou os segredos dele para chegar aos 102 com tanta vitalidade.
Segredos do centenário
Ele disse que a boa alimentação é o principal fator para viver mais, depois vem o trabalho. “É um esporte. Eu estando trabalhando é o meu esporte, e eu gosto. Movimento o corpo, cuido das minhas coisas, do meu patrimônio. É um lazer”, afirmou ao g1.
E o fazendeiro centenário administra as duas propriedades que tem sozinho, desde a parte financeira até a gestão dos funcionários. É ele quem acompanha o trabalho da equipe, dá orientações, além de realizar reparos, consertar cercas e participar do manejo do gado. Olha isso!
“Sempre levanto bem cedo. Às 4h30 ou 5h da manhã, eu já estou de pé. Aí vou cuidar do que é necessário naquele dia. Não tenho uma tarefa fixa, cada dia faço uma coisa diferente”, afirmou.
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Vida de luta e trabalho
Ranulfo nasceu em Três Lagoas (MS) em maio de 1923.
Em 1941 se mudou para Camapuã, em busca de oportunidades e começou do zero.
“Na época, eu só tinha um cavalinho muito mal arriado. Fiquei ali trabalhando, me casei, formei família e fui pedalando”, lembrou.
E para quem pensa que foi fácil ele resume a longa trajetória: “Foi muito trabalho, muita luta, sofrimento e proteção divina.”
Ele se cuida
Seu Ranulfo disse que sempre vai ao médico, faz check-ups com frequência e que a saúde vai muito bem, obrigado.
“Uso uns remedinhos durante o dia, mas não é uma coisa obrigatória. Se eu não tomar, não me sinto mal, é uma meia rotina.”
Mais que isso: aos 102 anos ele enxerga bem, porque usa lentes de contato, e tem boa audição: “Eu ouço normal, eu só não escuto o que não me interessa”, brincou.
Uma das atividades preferidas do seu Ranulfo é pescar no Pantanal e ele é cauteloso:
“Eu tenho que ir devagar, por causa da minha idade, mas é uma das coisas que eu mais gosto”.
Parar de trabalhar?
Sobre parar de trabalhar, ele afasta essa hipótese:
“Eu me sinto feliz, e ainda quero queimar muita lenha, se Deus quiser”.
E o mais bonito de tudo: ele é grato!
“Agradeço às pessoas que trabalharam comigo e as que estão trabalhando. Todos me ajudaram. Eu não sou sozinho, não. Respeito e sou respeitado por eles, e o que precisarem podem bater na minha porta”.
Orgulho da família
Dá para entender porque seu Ranulfo é o orgulho da família.
A filha dele, Renata Alves, conta uma das qualidades do pai: nunca foi de reclamar.
“Sempre teve uma força de vida inigualável. Desde que eu me conheço por gente, meu pai sempre teve muita força de vida. Nunca vi ele reclamar de nada.”

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