Novas regras do Minha Casa Minha Vida valem a partir de hoje! Mais vantagens para quem quer comprar

As novas regras do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) começam a valer nesta quarta-feira (22), com financiamento disponível pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. As mudanças ampliam o acesso ao crédito imobiliário para imóveis de até R$ 600 mil e para famílias com renda mensal de até R$ 13 mil.
A atualização altera os limites de renda e os valores máximos dos imóveis em todas as faixas do programa. Na prática, isso permite financiar unidades maiores ou melhor localizadas, com taxas de juros abaixo das praticadas no mercado tradicional.
Segundo o governo federal, ao menos 87,5 mil famílias devem ser beneficiadas com condições mais acessíveis. Especialistas avaliam que a medida tende a reaquecer o interesse da classe média pelo financiamento imobiliário dentro do programa.
Redução da taxa de juros
Foi reduzida a taxa de juros para 4,50% ao ano para famílias com renda entre R$ 2.850,01 e R$ 3.200, da chamada Faixa 1.
Antes essa taxa era de 4,75% ao ano.
A ampliação contará com recursos do Fundo Social, com cerca de R$ 31 bilhões destinados ao programa. A previsão é que esse reforço comece a ser usado no segundo semestre.
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As faixas de renda
Com a aprovação, o limite de renda familiar mensal das faixas fica da seguinte forma:
Faixa 1: de R$ 2.850 para R$ 3.200;
Faixa 2: de R$ 4.700 para R$ 5.000;
Faixa 3: de R$ 8.600 para R$ 9.600;
Faixa 4: de R$ 12.000 para R$ 13.000.
Os limites dos imóveis
Já os limites nos valores dos imóveis foram elevados em 14% na Faixa 3 e 20% na Faixa 4
Faixa 3: de R$ 350 mil para R$ 400 mil;
Faixa 4: de R$ 500 mil para R$ 600 mil.
O incremento no programa deve incluir recursos do Fundo Social, que tem alocados para o MCMV cerca de R$ 31 bilhões.
O impacto da medida
Segundo o governo, as mudanças devem ampliar o acesso ao programa:
87,5 mil famílias com juros menores
31,3 mil novas famílias na Faixa 3
8,2 mil famílias incluídas na Faixa 4
Serão R$ 500 milhões em subsídios e R$ 3,6 bilhões em crédito habitacional.
A intenção é facilitar o acesso à casa própria, especialmente para a classe média, diante dos juros elevados e da redução de recursos da poupança.

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