Jovens criam escola sem aulas chatas: faturam R$ 1,2 milhão

Três jovens do sul do país, insatisfeitos com as aulas chatas, a própria formação e o sistema de educação tradicional das faculdades, decidiram criar a própria escola.
O negócio deu tão certo que, desde 2016, já formou mais 5.000 alunos e atendeu empresas como Grupo Boticário, iFood e PwC.
A Conquer – que se intitula com uma aceleradora de pessoas – nasceu no Paraná, das mãos dos empreendedores Josef Rubin, Hendel Favarin e Sidnei Junior.
O empreendimento faturou 1,2 milhão de reais em 2017. Quase 40% desses ganhos vieram de treinamentos corporativos.
História
Josef Rubin liderou a operação do Grupo Boticário na Colômbia. Hendel Favarin advogou na empresa de auditoria e contabilidade PwC e Sidnei Junior trabalhava na fintech de pagamentos Vindi.
Eles tinham uma característica em comum: estavam insatisfeitos com suas formações na faculdade e na pós-graduação.
Em 2016, os futuros empreendedores discutiam sobre como as instituições de ensino focam muito em conteúdos acadêmicos e teóricos.
“Elas não incentivam o profissional a aprender habilidades que de fato o fazem ir mais longe”, defende Favarin.
Outras matérias
Os jovens executivos queriam outras matérias na grade, entre elas, inteligência emocional e financeira, liderança, negociação, oratória, persuasão e produtividade.
Depois de uma conversa, veio uma ideia do negócio: por que não fundar uma escola que ensinasse conteúdos de forma atraente e objetiva, fazendo com que o aluno aplicasse o que aprendeu já no dia seguinte?
Inspiração
Os jovens se inspiraram nas melhores instituições educacionais do Vale do Silício, que é a “meca das startups.”
Rubin foi ao Vale do Silício e ficou três meses em visitas a escolas como Draper University e Singularity.
“A gente teve acesso a todo o ecossistema empreendedor do Vale e desenvolvemos nossa metodologia com base em escolas que de fato impactam o mundo”, afirma Favarin.
Resultado
Em agosto de 2016, a escola Conquer abriu as portas para “empreendedores e funcionários que querem fazer diferente” em Curitiba, no Paraná.
O negócio recebe desde graduandos e empreendedores de 18 anos de idade até CEOs que já passaram dos 50.
Para o futuro, o colégio aposta na expansão para novos territórios – o que pode incluir a estruturação de uma rede franqueadora.
Com informações da Exame

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