Vacina Oxford AstraZeneca é aprovada no Reino Unido: Covid

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Foto: Divulgação
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Finamente a tão esperada notícia boa sobre a vacina de Oxford. O Reino Unido acaba de aprovar o uso do imunizante contra Covid-19 desenvolvido pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZeneca.

“O governo aceitou hoje a recomendação da Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA) para autorizar o uso da vacina da Universidade de Oxford com a AstraZeneca”, disse o Ministério da Saúde britânico.

A aprovação ocorre no momento em que a região enfrenta uma grande onda de Covid-19, causada por uma nova variante do vírus, que é mais contagiosa.

Brasil

A notícia pode facilitar a aprovação aqui no Brasil, já que é justamente a vacina que o governo brasileiro mais apostou.

Em entrevista à CNN, o vice-presidente de produção da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Marco Krieger, disse que o cronograma está seguindo o planejamento inicial da fundação, que é de fazer o registro em janeiro de 2021.

A vacina da AstraZeneca recebeu a certificação de boas práticas de fabricação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no dia 23 de dezembro.

Com o certificado, o imunizante tem uma chancela maior do órgão para pedidos de uso emergencial.

Eficácia

No começo de dezembro, a Universidade de Oxford publicou o primeiro resultado revisado do terceiro e último teste clínico da sua vacina.

Na época, a eficácia média ficou em 70,4% em pessoas com idade entre 18 e 55 anos. Mas no último domingo, 27, depois de refazer testes por divergência nos resultados, a AstraZeneca anunciou ter encontrado “uma fórmula vencedora” para fazer com que sua vacina contra Covid-19 – feita em parceria com a Universidade de Oxford – tenha uma eficácia semelhante à da Pfizer/BioNTech, de 95%, e da Moderna, 94%.

A afirmação foi dada por Pascal Soriot, diretor executivo do laboratório farmacêutico AstraZeneca:

“Acreditamos ter encontrado a ‘fórmula vencedora’ para atingir uma eficácia que, após duas doses, é tão elevada quanto todas as outras”, explicou Soriot ao jornal Sunday Times.

Com informações da CNN e SundayTimes