Gêmeas brasileiras que nasceram com cor de pele diferente cresceram e estão lindas; caso raro

As gêmeas brasileiras que nasceram com cor de pele diferente estão lindas, fortinhas e cabeludas. A branquinha exibe os cabelos soltos e volumosos e a pretinha usa pequenas presilhas para o penteado ficar mais fashion.
Maryelle e Maylla nasceram em janeiro e vão completar 8 meses. Duas serelepes que cresceram. Em vídeo postado nas redes, a mãe, Lauanny Santos, mostra como se vira nos 30 para dar conta das gêmeas café + leite, como diz na bio dela no Instagram.
O pediatra já liberou suquinho de laranja e outros alimentos para as pequenas, que estão fortes e saudáveis: “Excesso de fofura. As gêmeas mais fotogênicas que eu conheço”, escreveu a mãe coruja nas redes.
A Maryelle, a pretinha, e Maylla a branquinha, viraram celebridade, em São Luís, no Maranhão depois que a mãe compartilhou o cotidiano da duplinha, que é pura alegria.
Mas para Laianny a definição é outra. “Eu poderia ter feito só o café, mas fiz café e leite”, escreveu.
“Elas chamam a atenção por onde passam.” De tão surpreendente, o vídeo das fofas teve mais de 5,6 milhões de visualizações.
Leia mais notícia boa
- Gêmeas brasileiras que nasceram de cores diferentes são caso raro, afirma ciência
- Jovem de 23 anos tem quadrigêmeos e hospital arrecada ajuda para família
- Raridade: mãe tem quadrigêmeos idênticos; um caso a cada 11 milhões
- Trigêmeos idênticos são tão parecidos que confundem até a mãe; vídeo
- Amigos ajudam mãe solo de quadrigêmeos toda noite: rede de apoio linda; vídeo
Caso raro
No ano passado, Laianny descobriu a gravidez. Meses depois, soube que eram gêmeos. Segundo ela, foi uma surpresa atrás da outra. Desde que nasceram, Maryelle e Maylla apresentavam tons de pele distintos.
Segundo os médicos, o caso é raro, mas pode acontecer.
No caso de Maryelle e Maylla, dois óvulos diferentes foram fecundados por dois espermatozoides distintos, resultando em gêmeas bivitelinas, ou seja, gêmeas não idênticas. Por esse motivo, cada uma delas carrega uma combinação genética única.
Além disso, como os pais possuem características genéticas variadas – o que é comum em famílias com miscigenação –, as meninas herdaram tonalidades de pele diferentes. Embora seja raro, casos como esse podem acontecer justamente por conta dessa diversidade genética.
No caso, da Maryelle e da Maylla, a cor da pele, determinada pela quantidade e tipo de melanina produzida no corpo, e a combinação de genes herdados por cada bebê pode levar a diferentes níveis de melanina.
Reações nas redes
Independentemente das explicações científicas, a duplinha encanta nas redes. Não há quem resista à tanta graça.
“Também tenho gêmeos de cor diferente”, afirmou uma mãe, nas redes.
“Somos privilegiadas”, respondeu Laianny.
“São lindas demais”, disse um internauta.
“Eu colocaria os nomes de Sol e Lua”, brincou uma seguidora.
Veja a mãe se virando nos 30 para cuidar das duas:
View this post on Instagram
Olha a carinha delas:
Veja o vídeo da duplinha bicolor:
View this post on Instagram

Homem espalha flores, embeleza rua de Belém e surpreende moradores com gentileza; vídeo
Pela primeira vez, DJ com Down se apresenta no Rock in Rio e faz história; vídeo
Filho de 11 anos recebe mãe cansada com jantar, viraliza e repete surpresa no dia seguinte; vídeo
Brasil registra a menor taxa de analfabetismo da história: menos de 5%
Homem da roça leva caramelo no colo para não queimar as patinhas no calor do PI; vídeo
Campanha de Dia das Crianças arrecada presentes para acolhidos no DF; saiba como ajudar
Gringa tem bebê prematuro no Rio e elogia atendimento que recebeu pelo SUS; vídeo
Comissária segura bebê recém-nascido para mãe exausta descansar durante voo: gentileza
Idosos “fogem” para se casar no dia aniversário de 97 anos do noivo; vídeo
Cidades mais felizes de 2026; Happy City Index libera dados inéditos e São Paulo lidera América Latina
Após pressão, Rádio Eldorado de SP volta ao ar em outubro: é oficial; vídeo