Príncipe William mandou R$ 7 milhões para reflorestar a floresta Amazônica

Simples e solidário como a mãe. O Príncipe William saiu em defesa da floresta Amazônica e mandou 1 milhão de libras esterlinas, quase R$ 7 milhões, para um projeto de reflorestamento para recuperar a região e a Mata Atlântica brasileira.
O recurso foi destinado à empresa Re.green, vencedora de uma das categorias do Earthshot Prize 2025, premiação ambiental que foi criada pelo herdeiro do trono britânico e filho da Lady Diana, para impulsionar soluções inovadoras contra a crise climática.
William, que esteve no Brasil para a Cop30, em novembro do ano passado, encantou o país jogando volei numa praia do Rio, visitou o estádio do Maracanã e tirou fotos nos mesmos pontos turísticos, como o Cristo Redentor, que Lady Di visitou 1991. Ela morreu em agosto de 1997, aos 36 anos, vítima de um acidente de carro na França.
A empresa beneficiada
A empresa que recebeu o investimento do príncipe trabalha com inteligência artificial, imagens de satélite e dados ecológicos para restaurar áreas degradadas em larga escala.
O CEO Thiago Picolo, disse que restaurar florestas vai muito além de plantar árvores e exige planejamento técnico e científico.
Ele informou que re.green pretende recuperar um milhão de hectares de floresta nativa e capturar até 15 milhões de toneladas de CO₂ por ano, o que pode tornar o reflorestamento ambientalmente e economicamente sustentável.
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Empresa é brasileira
A empresa brasileira, fundada em 2021, já cultivou quase seis milhões de mudas e prevê o plantio de mais de 65 milhões até 2032.
A atuação dela se concentra em mais de 34 mil hectares distribuídos por estados como Bahia, Pará, Maranhão e Mato Grosso, com projetos em áreas de pastagens degradadas.
Como identifica os locais
A re.green utiliza drones, satélites e algoritmos próprios para identificar regiões com maior potencial de recuperação ambiental e retorno climático.
Com esse mapeamento, a empresa adquire ou arrenda propriedades rurais e define o modelo de restauração mais adequado para cada local, priorizando espécies nativas de cada bioma.
O monitoramento das áreas é contínuo e serve tanto para avaliar a regeneração da floresta quanto para medir a captura de carbono, que posteriormente é convertida em créditos comercializados com empresas.

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