Incor recondiciona pulmões pela primeira vez no Brasil

Ulisses rodeado pela equipe médica da cirurgia cardiovascular do Hospital de Base Foto: HBRP
Comercial
Aos 31 anos, um mineiro de Itajubá tornou-se o primeiro brasileiro a receber pulmões recondicionados.
A cirurgia foi feita na última sexta-feira no Incor, em São Paulo.
A técnica, criada na Suécia e usada em países como Canadá e Estados Unidos, é a grande esperança para reduzir a fila de transplante de pulmão, órgão que mais rapidamente se degenera nos pacientes com morte cerebral.
O órgão a ser transplantado é retirado em bloco (os dois pulmões e parte da traqueia) e ligado a uma cânula, por onde é injetada uma solução protegida por patente.
A solução, mais densa do que o líquido que congestiona os pulmões, circula pelos vasos e “atrai” esse líquido pelo processo químico da osmose.
“Dessa forma, ela enxuga o pulmão”, explica Fábio Jatene, coordenador do Programa de Transplante de Pulmão do Incor.
Ao fim do processo, que pode levar de duas a seis horas, o pulmão recupera a capacidade de oxigenar o sangue. No caso de Moura, o órgão ficou cinco horas na máquina.
O caminhoneiro Matheus de Moura começou a perder o fôlego aos 27 anos. Ficava com a face arroxeada ao menor esforço por causa da fibrose pulmonar, doença que endurece e atrofia os pulmões. Nem banho conseguia tomar sozinho.
Ele estava há 2 anos na fila de transplante.
Detalhes na Veja.
A técnica, criada na Suécia e usada em países como Canadá e Estados Unidos, é a grande esperança para reduzir a fila de transplante de pulmão, órgão que mais rapidamente se degenera nos pacientes com morte cerebral.
O órgão a ser transplantado é retirado em bloco (os dois pulmões e parte da traqueia) e ligado a uma cânula, por onde é injetada uma solução protegida por patente.
A solução, mais densa do que o líquido que congestiona os pulmões, circula pelos vasos e “atrai” esse líquido pelo processo químico da osmose.
“Dessa forma, ela enxuga o pulmão”, explica Fábio Jatene, coordenador do Programa de Transplante de Pulmão do Incor.
Ao fim do processo, que pode levar de duas a seis horas, o pulmão recupera a capacidade de oxigenar o sangue. No caso de Moura, o órgão ficou cinco horas na máquina.
O caminhoneiro Matheus de Moura começou a perder o fôlego aos 27 anos. Ficava com a face arroxeada ao menor esforço por causa da fibrose pulmonar, doença que endurece e atrofia os pulmões. Nem banho conseguia tomar sozinho.
Ele estava há 2 anos na fila de transplante.
Detalhes na Veja.

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