Remédio pra dormir “acorda” homem que estava em coma há 7 anos

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O sul-africano Ayanda Nqinana (na foto ao lado do filho) sofreu um acidente de viação em 2005, em Joanesburgo, que o deixou com lesões cerebrais graves e várias fraturas na bacia e pernas.
Desde então, o homem permaneceu, em coma, internado no East London Newhaven Hospital, onde os especialistas acreditavam que nunca mais voltasse a acordar.
Mas sua mulher, Nomfundo, convenceu os médicos a administrarem ao marido o ansiolítico Stilnox (zolpidem), depois de ouvir relatos do sucesso deste comprimido em pacientes em estado de coma.
Segundo o jornal Huffington Post, uma semana depois, Nqinana acordou do coma, que durou 7 anos.
Ele foi capaz de reconhecer a família, lembrar-se de conversas e até de falar.
Ele foi capaz de reconhecer a família, lembrar-se de conversas e até de falar.
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Apesar das suas capacidades não estarem comprovadas cientificamente, o Stilnox e outros comprimidos soporíferos usados para combater insónias, que contêm o princípio ativo denominado zolpidem, parecem ter o efeito contrário ao desejado em pacientes com lesões cerebrais.
Em vez de induzir ao sono, o medicamento despertará, alegadamente, o doente, havendo relatos de vários outros casos semelhantes a este no mundo.
No caso de Ayanda Nqinana, de forma progressiva, e sob vigilância dos médicos, o sul-africano tem apresentado evoluções e as suas funções motoras começam, agora, a normalizar.
Mas a administração destes remédios requer prescrição médica, devido aos efeitos colaterais, que podem afetar o sistema nervoso, provocando perturbações de foro psiquiátrico, vertigens, dores de cabeça ou até perda de memória.
Outra desvantagem deste tipo de medicamentos é que o seu efeito desaparece passado duas horas. Ainda assim, não tem sido esse o caso de Nqinana.
No caso de Ayanda Nqinana, de forma progressiva, e sob vigilância dos médicos, o sul-africano tem apresentado evoluções e as suas funções motoras começam, agora, a normalizar.
Mas a administração destes remédios requer prescrição médica, devido aos efeitos colaterais, que podem afetar o sistema nervoso, provocando perturbações de foro psiquiátrico, vertigens, dores de cabeça ou até perda de memória.
Outra desvantagem deste tipo de medicamentos é que o seu efeito desaparece passado duas horas. Ainda assim, não tem sido esse o caso de Nqinana.
Com informações da TVi24 e Sowetanlive.

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