Após filha vencer o câncer, mãe faz laços de fita pra ajudar outras crianças

Tuany Santos, de 28 anos faz laços de fita para crianças com câncer, depois de produzir os enfeites que ajudaram a filha dela a enfrentar e superar a doença.
Ana Letícia, de 5 anos, está praticamente curada da leucemia. Usar laços, turbantes, tiaras e lenços que a mãe dela produz fez toda a diferença para encarar o tratamento e melhorar a autoestima
Há mais de um ano sem efeitos colaterais da quimioterapia, os lacinhos agora amarram os cabelos cacheados e castanhos da pequena. Antes eles enfeitavam a “carequinha” de Ana Letícia.
Desde que se recuperou, a menina voltou a frequentar a escola, onde cursa o ensino infantil, além de outras atividades culturais e esportivas.
Desemprego e Oportunidade
Tuany cobra um valor simbólico, que varia de R$ 3 a R$ 20. O mais caro é o turbante.
Desempregada, ela deseja transformar a produção em negócio e sustentar as duas filhas com a venda dos produtos.
“Eu tinha acabado de ser contratada para ser atendente em um restaurante no aeroporto, ainda estava no período de experiência quando recebi o diagnóstico. O tratamento dela exigia cuidados exclusivos e eu tive de pedir demissão para cuidar da minha filha”, lembra Tuany.
Para alavancar as vendas, a artista criou a marca Lelê Laços, fez perfil no Instagram, definiu a identidade visual e embalagem, tudo isso com a ajuda de amigos.
Ela divulga o trabalho em grupos de WhatsApp de mães de pacientes do Hospital da Criança, onde Ana Letícia se tratou e faz o acompanhamento.
Pela rede social, ela recebe encomendas dos acessórios infantis, mas também adapta os tamanhos para adultos.
“Eu comecei fazendo para ela, que estava carequinha. Aprendi como fazer esses acessórios com vídeos no YouTube, comprei os materiais no Taguacenter e comecei a produzir. Na época, tive de pedir demissão e trancar a faculdade de fisioterapia porque o tratamento exigia muito dela.”
A renda extra de R$ 1 mil com a venda dos artigos seria o suficiente para melhorar a condição financeira da família, que mora na Cidade Estrutural, área carente de Brasília.
“É muito gratificante – e digo isso porque vivi essa sensação com a minha filha – quando a criança coloca o turbante ou o laço, imediatamente se sente mais bonita. A gente vê que a feição muda na hora. Elas colocam, se olham no espelho e sorriem. Isso é muito emocionante e não tem dinheiro que compre”, concluiu.
Com informações do Metrópoles
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