Mulher com esclerose rompe barreiras e faz 15 km na São Silvestre

Superar os desafios que vieram com a esclerose múltipla se tornou meta na vida da Michelle Chiarello. Hoje ela é um exemplo brasileiro de resiliência.
Com um sorriso imenso no rosto, essa campo-grandense de coração rompeu mais uma barreira: ela bateu a meta de 15 km na Corrida de São Silvestre.
O trajeto cumprido representou não só a força que ela busca diariamente, mas também a chance que ela deu para a vida, sem levar em consideração as tristes palavras que ouviu pelo caminho, com diagnósticos sombrios.
Além de lutar contra todos os obstáculos que a doença impôs para a vida dela, Michelle ainda consegue ajudar outros pacientes que vivem o mesmo desafio: o de ser feliz após o diagnóstico.
Diagnóstico
Foi um problema de visão que levou Michelle ao diagnóstico da esclerose múltipla, em 2015. “Eu enxergava tudo duplo. Fui ao oftalmologista, ele me disse que na parte ocular, não tinha nada e fui encaminhada ao neurologista. Com a ressonância magnética, foram identificada as lesões”.
Mãe de dois filhos, ela viu a vida mudar completamente com a notícia. “Imagina como é receber um diagnóstico sendo mãe de dois filhos, que tinham 12 e 9 anos na época. Eu tinha medo de perder os movimentos, afinal, é uma doença que a gente não sabe o que pode acontecer”, lembra.
Quebrando barreiras
Foi por indicação médica que Michelle começou a praticar atividade física. Primeiro ela foi para o Pilates, depois caminhada e começou a correr poucos metros.
E com o avanço das corridas, Michelle foi convidada a fazer parte de um grupo de apoio, até que teve a ideia de ir para a São Silvestre, em São Paulo.
O que ela suspeitava que fossem poucos metros, viraram 15 quilômetros conquistados na última maratona. Michele correu com balões amarrados no corpo. Em um deles, ela agradecia à família e os amigos que a ajudaram durante todo o processo. Outro era um agradecimento a Deus e também à associação que faz parte.
“Quando tive algumas complicações e fui aposentada, eu ouvi de um médico que eu ficaria cada vez pior. Eu não melhorei da doença, mas estou estabilizada. Então, durante a corrida, lembrei muito desse médico e de como não estou pior como ele mencionou”, diz.
Sobre como superar as barreiras impostas pela doença, Michelle conta que falar sobre o assunto o torna menos pesado. “A doença traz um medo gigantesco do futuro e eu tiro muitos mitos para que todos possam continuar vivendo”, finalizou.
Que exemplo de resiliência e força! Aplausos pra você Michelle!
Com informações de Campo Grande News

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