EUA abandonam experiências com chimpanzés: vitória dos ambientalistas

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Por Rinaldo de Oliveira
Há muito questiona-se o uso de macacos em experiência de laboratório. E é inegável que esses e outros animais têm sentimentos, sentem dores, e mesmo assim sofrem “em nome da ciência e do bem estar da humanidade”.
Agora, depois de muita presão e protestos de ambientalistas, cientistas norte-americanos deram o braço a torcer.
Os Institutos Nacionais de Saúde dos EUA (National Health Institutes) informaram que vão parar de usar chimpanzés em experiências biomédicas.
Eles admitiram que o uso destes animais “não é necessário” na maioria dos casos.
Assim a comunidade científica americana satisfaz as recomendações do Instituto de Medicina (IOM) daquele país, pressionado por grupos ambientalistas.
De acordo com a agência France Presse, a decisão foi anunciada através de um comunicado publicado pela agência de investigação médica do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos.
A agencia informou ainda que não vai financiar mais projetos de pesquisas que utilizem chimpanzés.
Todas as pesquisas em curso, que estejam usando chimpanzés para fins científicos, também serão revistas.
As medidas foram tomadas depois de vários grupos de ambientalistas terem protestado contra a transferência, em 2010, de 14 chimpanzés idosos para um laboratório no Texas.
“Se, no passado, os chimpanzés foram muito úteis na pesquisa médica, hoje a sua utilização em laboratório já não é necessária na maioria dos casos”, admitiu a nota.
No entanto, os especialistas realçaram que, em certos domínios, a utilização de chimpanzés ainda poderá ser necessária, nomeadamente na comparação do genoma destes macacos com o dos humanos ou no estudo de doenças infecciosas emergentes.
Os EUA são, atualmente, o único país desenvolvido que utiliza chimpanzés em pesquisas científicas, em particular nos estudos relacionados com a hepatite C, Aids e a Malária.
A União Europeia proibiu formalmente a utilização de macacos em laboratórios em 2010, uma medida que também já tinha sido tomada no Japão e na Austrália.
Com informações da France Presse.

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