Fogões e geladeiras inteligentes chegam ao Brasil: cozinha high tech

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Comercial
Imagine ter uma cozinha high tech…
Ter um fogão que permite baixar 50mreceitas pela internet, com um aplicativo no smartphone, e programar o forno para prepará-las automaticamente.
O “smart cook”, ou fogão inteligente, foi desenvolvido aqui no Brasil, e já começou a ser vendido pela Whirlpool, dona das marcas Brastemp e Consul.
O sistema permite que o consumidor programe o forno para preparar pratos de acordo com a receita.
É possível, por exemplo, assar um bolo apertando apenas um botão: o forno será pré-aquecido automaticamente e a temperatura será elevada, ou reduzida, conforme as indicações da receita.
E o forno desligará sozinho quando o prato estiver pronto.
Ele chega às lojas com preço sugerido de R$ 4.599.
Este é o segundo eletrodoméstico conectado à internet lançado pela Whirlpool no Brasil. O primeiro foi uma geladeira que permite compartilhar listas de compras com toda a família.
A aposta em eletrodomésticos tecnológicos é uma tendência também na Electrolux.
Desde dezembro de 2010, a empresa oferece produtos da linha “i-kitchen”, que vêm equipados com tecnologia de smartphone, como telas touchscreen, memórias carregadas de receitas e entrada USB.
Os produtos ainda são offlines, mas capazes de interagir com o consumidor, segundo a gerente de produtos da Electrolux, Luana Inocentes.
Criada no centro de desenvolvimento de produtos da Electrolux em Curitiba, a tecnologia será “exportada” para unidades da empresa dos Estados Unidos e na Austrália.
“O Brasil é referência em inovação na Electrolux”, disse Luana.
“O consumidor não quer firula. Ele quer uma funcionalidade que torne sua vida mais fácil”, disse Fioretti.
A LG oferece produtos “superinteligentes” no exterior, como lavadora e aspirador de pó que podem ser controlados à distância.
A empresa, no entanto, entende que a demanda por esse produto ainda é restrita no Brasil.
O problema é que a tecnologia vem com preços salgados.
Apesar de divergências entre as empresas sobre o mercado brasileiro estar ou não pronto para receber produtos super-tecnológicos, a tendência é de uma explosão de lançamentos de aparelhos conectados no mundo.
A estimativa da Ericsson é que até 2020 existirão 50 bilhões de dispositivos conectando pessoas com outras pessoas ou com objetos, como carros e geladeiras.

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