Notícia boa é tendência mundial, diz Revista Imprensa

Foto: reprodução
Por Rinaldo de Oliveira
O crescimento de veículos especializados em notícias positivas, como o SóNotíciaBoa, é destaque na revista imprensa deste mês, que mostra essa nova tendência na mídia mundial.
A matéria – postada no Portal da Imprensa nesta segunda-feira – ouviu Geri Weis-Corbley, editora do site Good News Network, dos EUA, o jornalista Seán Dagan Wood, diretor do Positive News, de Londres, Ricardo Anderáos, diretor de jornalismo da operação brasileira do HuffingtonPost e nós do SóNotíciaBoa.
A reportagem “Veículos especializados em boas notícias se profissionalizam e ganham relevância”, também traz uma análise dos profissionais que defendem o jornalismo positivista:
“Eu comparo as notícias ruins ao fast food. Se a criança só recebe sanduíches, doces e batatas fritas todos os dias, ela será programada a só gostar disso. Por outro lado, se oferecerem a ela uma variedade de alimentos, ela vai acabar escolhendo outros produtos, quem sabe verduras e frutas com mais frequência”, disse Geri Weis-Corbley, do Good News Network.
Leitores pagam para ler notícia boa
“As lentes as quais enxergamos o mundo têm uma influência massiva na sociedade que desejamos viver”. Este é o lema do jornal Positive News, distribuído em Londres, na Inglaterra, dedicado ao good news. Além de assinaturas digitais, seus leitores contribuem com doações para a versão impressa, publicada bimestralmente.
Por que Noticia Boa?
“Se a imprensa se focar apenas no que dá errado, isso pode deixar as pessoas pessimistas e não engajadas na busca de soluções para os nossos problemas. Se a gente der histórias positivas, conseguimos não só informar, mas motivar e empoderar pessoas, ajudando a sociedade a evoluir em uma direção positiva”, analisa Seán Dagan Wood, diretor do Positive News.
Notícia boa perdura
“Quando você tem uma notícia ruim, uma tragédia, ela atinge um número grande de pessoas. Por outro lado, as boas têm um potencial muito grande não só no momento, como acontece no hard news. Elas têm apelo mais duradouro. São conteúdos que, mesmo depois de divulgados, continuam atraindo atenção em um período mais longo”, lembra Ricardo Anderáos, HuffingtonPost Brasil.
Mercado publicitário
“A internet permitiu que fosse criado um novo jeito de fazer jornalismo, mas o mercado publicitário ainda não amadureceu para essa tendência. Os anunciantes continuam investindo em veículos que só dão notícias ruins”. Esta foi uma das nossas frases publicadas pela Revista Imprensa.

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